A explicação das funções de cada um dos comandos é conclusão minha, analisando o resultado da sua execução. Então, este artigo não pode ser considerado um guia de sobrevivência para o uso do Linux(porquê não????), mas é uma boa fonte de conhecimento para iniciantes. Note que estou usando um Ubuntu 8.04, portanto, provavelmente cada distribuição de Linux tem os seus comandos particulares. Se usa o Ubuntu, provavelmente todos estes comandos lhe serão úteis em algum momento da sua vida(pode me agradecer por isso, aceito!).
sudo-Este comando faz com que se execute um comando como super utilizador do sistema. Por exemplo, para instalar qualquer software, precisamos de ter permissões de super utilizador do sistema. Assim, escrevendo sudo antes da instrução de instalação, estamos dizendo para que o sistema execute este comando como super utilizador(super user). Antes de executar a dada instrução, um prompt(existe prompt por aqui?) aparecerá solicitando a senha do usuário. Note que o tal usuário deve ter permissões para executar instruções como super utilizador do sistema.
apt-get– Este comando não podia faltar, para um desenvolvedor, que logo após instalar qualquer sistema operrativo na sua máquina(pobre máquina!) já está logo procurando as ferramentas de desenvolvimento compatíveis. Este comando instala, remove, atualiza os softwares de uma máquina Linux(pelo menos as baseadas no Ubuntu). Esta instrução deve ser executada por um utilizador do sistema, é daí onde entra o sudo. Normalmente usa-se o apt-get Para instalar um software directamente do repositório de aplicações para Ubuntu, o que requer uma conexão a internet. Por exemplo, para instalar o Pidgin, o software que eu uso para Instant Messaging(MSN, para os facilmente influenciados. A propósito, falaremos dessa influência num artigo posterior), é só executar o comando:
sudo apt-get install pidgin
E se quisermos atualizar o Filezilla, o meu cliente de FTP preferido, fazemos:
sudo apt-get update filezilla
sudo su– Este comando faz com que você entre como root do sistema, tendo todas as permissões possíveis. É interessante quando vamos utilizar vários comandos que necessitam de super autenticação, e não queremos estar a escrever sudo em todas as linhas.
tar– Um pouco de história: Quando eu ia instalar o Linux na minha máquina, tinha uma dúvida, em como fazer para instalar os programas, se não tenho conexão em casa, uma vez que nos computadores da faculdade é só usar o apt-get que ele faz todo o resto directamente da net? Dizem que é possível usar o apt-get localmente, mas numca testei, e nem vou testar mais, pois já conheço o tar. Tar é um formato de arquivo que até um ex-irmão meu(O do Windows) conhece. Ele pode facilmente descomprimido usando o Winrar, ou para quem gosta de soluções livres e anti-pirataria(este é o meu irmão actual), o 7zip. Na verdade é que tar é um formato nativo do Linux, usado para distribuir pacotes de software. Este arquivo não precisa ser extraido, mas sim é instalado assim como vem, no nosso sistema. O sistema é que fará o que bem entender com ele(como estamos falando de um sistema livre, se estiver curioso é só dar uma olhada no código e saberá o que o sistema realmente faz). Usei este comando por duas vezes até agora, para instalar o Pacote Xampp for Linux e o Framework Django(essa coisa de desenvolvimento web está pegando mesmo hein?). Quando você baixa um pacote no formato tar, normalmente virá com uma pequena documentação sobre os passos para a instalação. Depois de algum tempo, você poderá calcular o seu termo geral!
O artigo está grande demais, por isso não vou falar aqui de alguns comandos básicos, como os para a navegação e exploração do sistema de arquivos,etc. Assim estou tentando dizer que conheço muitos outros comandos do Linux, mas infelizmente terão de ficar para outro artigo.








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